terça-feira, 30 de junho de 2009

Vila Real: CDS-PP candidata jovem luso-descendente à câmara

O CDS-PP de Vila Real escolheu o jovem luso-descendente Patrique Alves, 28 anos, para liderar a candidatura à câmara municipal nas eleições de 11 de Outubro, anunciou hoje fonte do partido.
Patrique Alves vai disputar a Câmara de Vila Real com o actual presidente social-democrata, Manuel Martins, que se recandidata a um quinto mandato, com Rui Santos, que encabeça a lista do PS e José Caldeira, que se candidata pela CDU.
A apresentação oficial da candidatura centrista deverá ocorrer em breve, pelo que o candidato reserva qualquer declaração à imprensa até essa altura.


Lusa

terça-feira, 23 de junho de 2009

CDS/PP luta por eleger pelo menos um vereador

O candidato do CDS/PP à Câmara da Maia, Álvaro Braga Júnior, admitiu esta segunda-feira que o actual presidente da autarquia e candidato pelo PSD "já está reeleito", pelo que o seu partido deve lutar para eleger pelo menos um vereador.
Na apresentação da sua candidatura, a primeira autónoma do CDS/PP nas últimas décadas, Braga Júnior, que neste mandato trabalhou como assessor do presidente da câmara, Bragança Fernandes, sublinhou que a sua relação pessoal com o autarca o social-democrata "é a melhor".
"Sou capaz de almoçar todos os dias com o engenheiro Bragança Fernandes, mas sou incapaz de votar nele. Não sou seu inimigo, não farei qualquer campanha negra, mas sou seu adversário político porque acredito que eu e a minha equipa somos capazes de fazer melhor", disse.
A Maia integrava há várias eleições o "pacote" de concelhos abrangidos pela coligação autárquica PSD/CDS no distrito do Porto, mas este ano deixou de estar incluído nele, por motivos formalmente explicados como relacionados com a alegada má gestão da autarquia nos últimos quatro anos. Mesmo nas últimas eleições o CDS integrou, juntamente com o PSD, uma lista de coligação, mas o vereador por si apresentado, Mário Nunes, abandonou o partido pouco depois de ter sido eleito, pelo que os "centristas" consideram nada ter tido a ver com a gestão da autarquia nos últimos quatro anos.
O líder da distrital, Álvaro Castello-Branco, presente na apresentação da candidatura de Braga Júnior, deu o mote à explicação oficial ao afirmar que "o rumo da Maia mudou e hoje é bem diferente". "Já não é o da sua génese nem o que defendemos para a Maia", afirmou o dirigente.
in Jornal de Noticias

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Oliveira de Azeméis: Candidato do CDS pede para “não votarem como robôs”

Pinto Moreira sublinha que eleitores devem “despedir” o PSD. Líder concelhio acredita na eleição de um vereador. “Faremos história”, prometeu
Pinto Moreira apresentou-se aos oliveirenses como o candidato – independente – do CDS à Câmara de Oliveira de Azeméis, assumindo-se como um homem “do fazer”, alguém que, no exercício de funções executivas, “quando disser ‘sim’ é para cumprir e quando disser ‘não’ é porque não quer enganar os munícipes”.
O candidato – que já foi vereador, também como independente, num executivo do PSD – sublinhou a sua mais valia por comparação com outros candidatos: “Tenho experiência e provas dadas e não só um trajecto político”.
Aliás, o seu lema avisa que “não faltam horizontes”. Sendo precisas “visão e dedicação”.
Quanto a prioridades para a acção na Câmara, pois a eleição de um vereador é o claro objectivo principal do CDS no concelho, Pinto Moreira elencou a luta pelo “aumento do emprego”, “apoio ao investimento e aos empresários”, implementação de medidas de apoio às micro e pequenas empresas, promoção da qualidade de vida, nomeadamente, através da criação de espaços para o lazer e a prática desportiva, estruturação de uma “política coerente para o ambiente” que levará em linha de conta o “muito ainda a fazer” para completar as redes de saneamento e de água e assegurar uma “melhor gestão autárquica”.
A este respeito, o candidato centrista, tendo vincado o défice das contas municipais, chamou a atenção para a necessidade de, nas próximas autárquicas, penalizar o partido responsável pelo “desnorte”, mas também quem deveria ter fiscalizado e não o fez: o presidente da Assembleia Municipal e seu adversário nesta batalha, o deputado Hermínio Loureiro.
Afinal, “nas empresas, os gestores que não são capazes são despedidos”, salientou Moreira, aconselhando os seus conterrâneos a “não votarem como robôs nos partidos do costume”.
Por seu lado, Miguel Portela, presidente da comissão política concelhia, realçou a fiabilidade do CDS – “somos aquilo que parecemos e cumprimos o que prometemos” – e avisou que o partido tem em curso um projecto para o município que “vai além destas eleições” autárquicas.
O líder local definiu o candidato escolhido como “humilde” e dotado de “capacidade de entrega”. E asegurou que a “condição de independente” de Pinto Moreira “não beliscou” a convicção partidária de que era “o homem certo”.
Miguel Portela disse-se convicto de que esta “caminhada eleitoral” do CDS “terminará na Câmara Municipal”, com a eleição de um vereador. “Juntos faremos grandes coisas. Faremos história em Oliveira de Azeméis”, prometeu ao partido.

in Diário de Aveiro

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CDS concorre sozinho em Santa Comba Dão

Na passada semana, a Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Santa Comba Dão reuniu num jantar, que contou com a presença do dirigente distrital do partido e deputado da Assembleia da República Hélder Amaral e de membros da Concelhia de Mortágua, presidida pelo Dr. Filipe Valente, candidato às Eleições Europeias pelo distrito de Viseu.
Este jantar teve como objectivo anunciar a candidatura independente do CDS-PP às próximas Eleições Autárquicas, deixando assim para trás a coligação com o PSD, embora ainda não avançando com o nome do candidato.
O facto de não se renovar o acordo de coligação deveu-se a divergências relativamente ao lugar a ocupar pela vereadora do CDS-PP, Soraia Nunes.
Visto ter ocupado o quarto lugar, desde o início do mandato, seria de esperar que, pelo menos, assim se mantivesse, aliás, como se pode depreender de uma entrevista dada em Janeiro pelo Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD, António Correia, que diz: “No actual executivo o CDS-PP está representado por uma vereadora que tem tido um comportamento exemplar, contribuindo para a estabilidade, a toda a prova, que a coligação tem conseguido manter ao longo de todo o mandato.”
Porém, o lugar “justo” para o CDS-PP, no entender dos representantes do PSD, seria o quinto lugar. Um lugar que não seria eleito, um lugar sem pelouro, sem vereação, em que seria impossível para o CDS-PP mostrar as suas ideias, os seus projectos e o seu trabalho, de modo a poder fazer algo por Santa Comba Dão.
O intuito da coligação seria, somente, uma forma de o PSD voltar a arrecadar os votos dos militantes do Partido Popular e depois expulsar definitivamente o partido de cena.Não são acordos deste tipo que interessam ao CDS-PP. O CDS-PP não quer ficar na sombra como ficou os últimos quatro anos, subjugado por um PSD arrogante e autoritário, fascinado pelo poder, que NUNCA deu oportunidade ao CDS-PP.
O CDS-PP conta, actualmente, com uma estrutura local em Santa Comba Dão, constituída por uma equipa de jovens dinâmicos e empreendedores determinados a lutar pelo desenvolvimento e sustentabilidade da Cidade, mas sobretudo, empenhados em levar o progresso às freguesias que, infelizmente, vieram sendo esquecidas.
Os militantes e simpatizantes do CDS-PP e os santacombadenses em geral podem, finalmente, contar com uma estrutura política capaz constituída por pessoas que, realmente, se interessam por Santa Comba Dão, que querem, de uma vez por todas, tirar Santa Comba Dão do fosso de dívidas levianas em que se encontra e erguer o nome da sua terra.

in Farol da Nossa Terra

terça-feira, 16 de junho de 2009

Portimão: CDS contra venda de edifícios públicos

O CDS Portimão demarca-se da alienação dos edifícios públicos por parte da Câmara para a empresa municipal Portimão Urbis SGU.
O partido diz que não votou favoravelmente. Lembra que no início de 2007 retirou a confiança política ao vereador eleito pelo CDS.
A Autarquia de Portimão tenciona vender 10 edifícios públicos à referida empresa municipal (ver notícias relacionadas). O CDS considera que o executivo PS “não tem qualquer legitimidade política para tomar uma decisão tão gravosa como a de alienar património municipal, sem que os Portimonenses, de uma forma esclarecida e clara, possam pronunciar-se sobre a mesma”.
Em comunicado o partido condena ainda o executivo socialista por este ter colado o sentido de voto do CDS à deliberação, reforçando que o vereador eleito pelo CDS, Jaime Dias, “actua como se fosse o 5º vereador do PS na autarquia”.
“O CDS-PP de Portimão lutará até ao limite das suas forças para que tal medida não seja aprovada na Assembleia Municipal de Portimão e para que os eleitores de Portimão, verdadeiros donos dos destinos do município, tenham a oportunidade de pronunciar-se sobre a mesma, escolhendo livremente qual o destino do património municipal”, remata o partido.


in Jornal Região Sul

segunda-feira, 15 de junho de 2009

CDS-PP pretende criar "Enfermeiro de Família"

O presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores anunciou ontem que apresentou nos serviços da Assembleia Legislativa da Região um Projecto de Decreto Legislativo Regional que visa criar o Enfermeiro de Família no Serviço Regional de Saúde.
“Há um ano atrás, o CDS-PP anunciou, no Parlamento dos Açores, a intenção de criar o Enfermeiro de Família na Região, plasmando-a no seu Programa Eleitoral 2008/2012. Agora cumpre. Na altura, a nossa intenção mereceu o apoio de todas as bancadas parlamentares e do então Secretário da Tutela. Já nesta Legislatura, em Novembro passado, reunimos com a Ordem dos Enfermeiros nos Açores que também manifestou o seu apoio à iniciativa”, disse Artur Lima.
Numa conferência de imprensa, na cidade da Horta, Artur Lima afirmou que o seu partido “sempre” tem pautado a sua actuação política “pela dignificação da carreira de enfermagem e pela atribuição de novas competências a estes profissionais”.
Exemplo disso, acrescentou, “é a Resolução n.º 4/2008/A, de 10 de Março de 2008, em que o CDS-PP recomendava ao Governo Regional que promovesse e implementasse medidas concretas para melhorar os cuidados de saúde incentivando e promovendo novas saídas profissionais para jovens licenciados em enfermagem”.
Agora surge outra iniciativa com esse sentido: “O Enfermeiro de Família é uma nova saída profissional para enfermeiros nos Açores. Queremos mais saúde e mais emprego”, esclareceu o líder centrista.
Outra motivação para os democratas-cristãos apresentarem esta iniciativa prende-se, segundo Lima, com o facto de “nos Açores os cuidados de saúde estarem demasiado centrados na cura”, havendo a necessidade de “alterar este paradigma e recentrar os cuidados de saúde na prevenção, à semelhança dos países da região Europeia da Organização Mundial de Saúde que já criaram o Enfermeiro de Família”.

Diversificação da actividade

A Organização Mundial de Saúde, através da Declaração de Munique, reconhece esta realidade e define claramente quais as funções do Enfermeiro de Família: este deve ser responsável por um conjunto de famílias ao longo da vida.
Ora, para o CDS-PP Açores, “uma das soluções para promover o emprego na classe e, simultaneamente, melhorar qualitativa e quantitativamente a prestação de cuidados de saúde aos Açorianos é justamente a diversificação da actividade de enfermeiro que se procura atingir com esta iniciativa legislativa”.
Artur Lima sustenta que “com a criação do Enfermeiro de Família nos Açores pretende-se reorientar os cuidados de saúde da unidade de saúde para a comunidade, correspondendo tais cuidados comunitários a uma significativa racionalização de custos e a maiores ganhos em saúde”. Aliás, os populares chegam ao ponto de afirmar que tal desiderato “é, com certeza, um pequeno custo para o Serviço Regional de Saúde, mas um grande ganho para a saúde dos Açorianos”.
No entanto, sublinhou o líder parlamentar centrista, “o Enfermeiro de Família não substitui o Médico de Família”, antes “promove um apoio fundamental às famílias que têm no seu domicílio doentes ou pessoas com algum grau de dependência ou incapacidade”.
Com a apresentação deste Projecto, os deputados do CDS-PP esperam poder ver aprovada a iniciativa a curto prazo para que “a sua entrada em vigor seja possível ainda este ano”, concretizou.


in Jornal A União

domingo, 14 de junho de 2009

Vizela: Coligação apresenta candidatos com casa cheia de gente

A Coligação “Por Vizela” PSD-CDS/PP apresentou ontem, na Casa do Povo, a maioria dos elementos que vai compor as listas a apresentar à Câmara e à Assembleia Municipal de Vizela nas próximas Eleições Autárquicas. Com sala cheia e bandeiras no ar, foram também anunciados os candidatos à presidência das Juntas de Freguesia do concelho, com excepção de S. Paio.
A campanha eleitoral da coligação “Por Vizela” arrancou ontem, sob o lema “Vizela para Todos – Está na hora da Mudança” e na presença de representantes das Distritais do PSD e do CDS/PP, José Manuel Fernandes e Rui Barreira, respectivamente.
Uma cerimónia que começou com a apresentação daqueles que serão os mandatários da campanha da coligação: Belmiro Martins (mandatário financeiro); Pedro Lopes Guimarães (mandatário da juventude) e Maria do Resgate Salta (mandatária da coligação). A conhecida médica vizelense, que também surge como número 3 na lista à Câmara Municipal, afirmou estar honrada pelo convite que lhe havia sido feito e garantiu que “Vizela é a razão de ser desta coligação”. “O sol quando nasce é para todos e, por isso, todos temos o direito de ter um lugar ao sol”, salientou Maria do Resgate Salta.
Já Francisco Ribeiro, candidato à Assembleia Municipal de Vizela, salientou a importância deste órgão. “Precisamos de uma Assembleia Municipal mais transparente, que fomente a participação activa da população e que trabalhe em prol de todos os vizelenses”, referiu o político.
Destaque depois para o discurso de Miguel Lopes. “Com esta equipa não tenho medo de ganhar a Câmara Municipal de Vizela e já este ano”, começou por dizer, o candidato à presidência do Município vizelense e líder do PSD de Vizela, que conta ao seu lado com uma equipa de seis independentes, uma situação não muito comum no panorama político concelhio.
O momento foi aproveitado por Miguel Lopes para comentar a alteração do candidato do PS à Câmara Municipal de Vizela, de Francisco Ferreira para Dinis Costa: “Ontem, o PS ainda não tinha candidato à Câmara. Por isso, já estamos em vantagem e isso faz toda a diferença. Não queremos para Vizela um partido que não sabe o que quer”. “E Dinis Costa não poderá aparecer como um candidato que não tem responsabilidades nos últimos 11 anos de governação socialista. É mais do mesmo e pior do que se fosse com o Dr. Francisco Ferreira”, acusou o candidato. E foi mais longe: “Vizela não é um concelho para todos. Temos empresas como a “TMO” a fazer muitas das obras da Câmara de Vizela”. “Temos uma Câmara que vai dar 150 mil euros para a construção de uma bancada no campo de futebol do CCD, ao mesmo tempo que cria um Fundo Social de 52 mil euros para apoiar os mais desfavorecidos”, continuou Miguel Lopes.
O social-democrata também chamou a atenção para o planeamento urbanístico do concelho, acusando “o PS de não ter interesse em que saia o PDM”: “Algumas pessoas estão a ser beneficiadas e nós vamos apontá-las a dedo”. Em destaque estiveram também as Termas de Vizela. “O Dr. Francisco Ferreira não conseguiu comprar a maioria das acções da Companhia e, por isso, está em guerra com o eng. Coutinho”. A terminar, Miguel Lopes, ironizando, quis deixar um “aviso” aos seus amigos: “Se eu ganhar a Câmara não me venham pedir emprego. Nós vamos colocar lá os melhores, porque hoje há muitas pessoas que não estão na Câmara por mérito, mas por tacho”.A Coligação “Por Vizela” PSD-CDS/PP apresentou ontem, na Casa do Povo, a maioria dos elementos que vai compor as listas a apresentar à Câmara e à Assembleia Municipal de Vizela nas próximas Eleições Autárquicas. Com sala cheia e bandeiras no ar, foram também anunciados os candidatos à presidência das Juntas de Freguesia do concelho, com excepção de S. Paio.
A campanha eleitoral da coligação “Por Vizela” arrancou ontem, sob o lema “Vizela para Todos – Está na hora da Mudança” e na presença de representantes das Distritais do PSD e do CDS/PP, José Manuel Fernandes e Rui Barreira, respectivamente.
Uma cerimónia que começou com a apresentação daqueles que serão os mandatários da campanha da coligação: Belmiro Martins (mandatário financeiro); Pedro Lopes Guimarães (mandatário da juventude) e Maria do Resgate Salta (mandatária da coligação). A conhecida médica vizelense, que também surge como número 3 na lista à Câmara Municipal, afirmou estar honrada pelo convite que lhe havia sido feito e garantiu que “Vizela é a razão de ser desta coligação”. “O sol quando nasce é para todos e, por isso, todos temos o direito de ter um lugar ao sol”, salientou Maria do Resgate Salta.
Já Francisco Ribeiro, candidato à Assembleia Municipal de Vizela, salientou a importância deste órgão. “Precisamos de uma Assembleia Municipal mais transparente, que fomente a participação activa da população e que trabalhe em prol de todos os vizelenses”, referiu o político.
Destaque depois para o discurso de Miguel Lopes. “Com esta equipa não tenho medo de ganhar a Câmara Municipal de Vizela e já este ano”, começou por dizer, o candidato à presidência do Município vizelense e líder do PSD de Vizela, que conta ao seu lado com uma equipa de seis independentes, uma situação não muito comum no panorama político concelhio.
O momento foi aproveitado por Miguel Lopes para comentar a alteração do candidato do PS à Câmara Municipal de Vizela, de Francisco Ferreira para Dinis Costa: “Ontem, o PS ainda não tinha candidato à Câmara. Por isso, já estamos em vantagem e isso faz toda a diferença. Não queremos para Vizela um partido que não sabe o que quer”. “E Dinis Costa não poderá aparecer como um candidato que não tem responsabilidades nos últimos 11 anos de governação socialista. É mais do mesmo e pior do que se fosse com o Dr. Francisco Ferreira”, acusou o candidato. E foi mais longe: “Vizela não é um concelho para todos. Temos empresas como a “TMO” a fazer muitas das obras da Câmara de Vizela”. “Temos uma Câmara que vai dar 150 mil euros para a construção de uma bancada no campo de futebol do CCD, ao mesmo tempo que cria um Fundo Social de 52 mil euros para apoiar os mais desfavorecidos”, continuou Miguel Lopes.
O social-democrata também chamou a atenção para o planeamento urbanístico do concelho, acusando “o PS de não ter interesse em que saia o PDM”: “Algumas pessoas estão a ser beneficiadas e nós vamos apontá-las a dedo”. Em destaque estiveram também as Termas de Vizela. “O Dr. Francisco Ferreira não conseguiu comprar a maioria das acções da Companhia e, por isso, está em guerra com o eng. Coutinho”. A terminar, Miguel Lopes, ironizando, quis deixar um “aviso” aos seus amigos: “Se eu ganhar a Câmara não me venham pedir emprego. Nós vamos colocar lá os melhores, porque hoje há muitas pessoas que não estão na Câmara por mérito, mas por tacho”.
in Rádio Vizela